Atualidades político-sociais, esportivo-cultural-artísticas de extrema relevância para o engrandecimento e desenvolvimento humano em um universo paralelo, relativo e alternativo.
quarta-feira, outubro 17, 2007
DISTORÇÃO
Vou publicar na íntegra dois textos de duas visões antagônicas, uma do apresentador Luciano Huck, outra do rapper Ferréz.
Ao fim, coloco um breve resumo, bem direto, da minha visão. Mas, por favor, tirem suas próprias conclusões do que é DISTORÇÃO.
Pensamentos quase póstumos
LUCIANO HUCK
LUCIANO HUCK foi assassinado. Manchete do “Jornal Nacional” de ontem. E eu, algumas páginas à frente neste diário, provavelmente no caderno policial. E, quem sabe, uma homenagem póstuma no caderno de cultura. Não veria meu segundo filho. Deixaria órfã uma inocente criança. Uma jovem viúva. Uma família destroçada. Uma multidão bastante triste. Um governador envergonhado. Um presidente em silêncio.Por quê? Por causa de um relógio.Como brasileiro, tenho até pena dos dois pobres coitados montados naquela moto com um par de capacetes velhos e um 38 bem carregado.Provavelmente não tiveram infância e educação, muito menos oportunidades. O que não justifica ficar tentando matar as pessoas em plena luz do dia. O lugar deles é na cadeia.Agora, como cidadão paulistano, fico revoltado. Juro que pago todos os meus impostos, uma fortuna. E, como resultado, depois do cafezinho, em vez de balas de caramelo, quase recebo balas de chumbo na testa.Adoro São Paulo. É a minha cidade. Nasci aqui. As minhas raízes estão aqui. Defendo esta cidade. Mas a situação está ficando indefensável.Passei um dia na cidade nesta semana -moro no Rio por motivos profissionais- e três assaltos passaram por mim. Meu irmão, uma funcionária e eu. Foi-se um relógio que acabara de ganhar da minha esposa em comemoração ao meu aniversário. Todos nos Jardins, com assaltantes armados, de motos e revólveres.Onde está a polícia? Onde está a “Elite da Tropa”? Quem sabe até a “Tropa de Elite”! Chamem o comandante Nascimento! Está na hora de discutirmos segurança pública de verdade. Tenho certeza de que esse tipo de assalto ao transeunte, ao motorista, não leva mais do que 30 dias para ser extinto. Dois ladrões a bordo de uma moto, com uma coleção de relógios e pertences alheios na mochila e um par de armas de fogo não se teletransportam da rua Renato Paes de Barros para o infinito.Passo o dia pensando em como deixar as pessoas mais felizes e como tentar fazer este país mais bacana. TV diverte e a ONG que presido tem um trabalho sério e eficiente em sua missão. Meu prazer passa pelo bem-estar coletivo, não tenho dúvidas disso.Confesso que já andei de carro blindado, mas aboli. Por filosofia. Concluí que não era isso que queria para a minha cidade. Não queria assumir que estávamos vivendo em Bogotá. Errei na mosca. Bogotá melhorou muito. E nós? Bem, nós estamos chafurdados na violência urbana e não vejo perspectiva de sairmos do atoleiro.Escrevo este texto não para colocar a revolta de alguém que perdeu o rolex, mas a indignação de alguém que de alguma forma dirigiu sua vida e sua energia para ajudar a construir um cenário mais maduro, mais profissional, mais equilibrado e justo e concluir -com um 38 na testa- que o país está em diversas frentes caminhando nessa direção, mas, de outro lado, continua mergulhado em problemas quase “infantis” para uma sociedade moderna e justa.De um lado, a pujança do Brasil. Mas, do outro, crianças sendo assassinadas a golpes de estilete na periferia, assaltos a mão armada sendo executados em série nos bairros ricos, corruptos notórios e comprovados mantendo-se no governo. Nem Bogotá é mais aqui.Onde estão os projetos? Onde estão as políticas públicas de segurança? Onde está a polícia? Quem compra as centenas de relógios roubados? Onde vende? Não acredito que a polícia não saiba. Finge não saber.Alguém consegue explicar um assassino condenado que passa final de semana em casa!? Qual é a lógica disso? Ou um par de “extraterrestres” fortemente armado desfilando pelos bairros nobres de São Paulo?Estou à procura de um salvador da pátria. Pensei que poderia ser o Mano Brown, mas, no “Roda Vida” da última segunda-feira, descobri que ele não é nem quer ser o tal. Pensei no comandante Nascimento, mas descobri que, na verdade, “Tropa de Elite” é uma obra de ficção e que aquele na tela é o Wagner Moura, o Olavo da novela. Pensei no presidente, mas não sei no que ele está pensando.Enfim, pensei, pensei, pensei. Enquanto isso, João Dória Jr. grita: “Cansei”. O Lobão canta: “Peidei”.Pensando, cansado ou peidando, hoje posso dizer que sou parte das estatísticas da violência em São Paulo. E, se você ainda não tem um assalto para chamar de seu, não se preocupe: a sua hora vai chegar.Desculpem o desabafo, mas, hoje amanheci um cidadão envergonhado de ser paulistano, um brasileiro humilhado por um calibre 38 e um homem que correu o risco de não ver os seus filhos crescerem por causa de um relógio.Isso não está certo.
LUCIANO HUCK, 36, apresentador de TV, comanda o programa “Caldeirão do Huck”, na TV Globo. É diretor-presidente do Instituto Criar de TV, Cinema e Novas Mídias.
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Pensamentos de um “correria”
FERRÉZ
ELE ME olha, cumprimenta rápido e vai pra padaria. Acordou cedo, tratou de acordar o amigo que vai ser seu garupa e foi tomar café. A mãe já está na padaria também, pedindo dinheiro pra alguém pra tomar mais uma dose de cachaça. Ele finge não vê-la, toma seu café de um gole só e sai pra missão, que é como todos chamam fazer um assalto.Se voltar com algo, seu filho, seus irmãos, sua mãe, sua tia, seu padrasto, todos vão gastar o dinheiro com ele, sem exigir de onde veio, sem nota fiscal, sem gerar impostos.Quando o filho chora de fome, moral não vai ajudar. A selva de pedra criou suas leis, vidro escuro pra não ver dentro do carro, cada qual com sua vida, cada qual com seus problemas, sem tempo pra sentimentalismo. O menino no farol não consegue pedir dinheiro, o vidro escuro não deixa mostrar nada.O motoboy tenta se afastar, desconfia, pois ele está com outro na garupa, lembra das 36 prestações que faltam pra quitar a moto, mas tem que arriscar e acelera, só tem 20 minutos pra entregar uma correspondência do outro lado da cidade, se atrasar a entrega, perde o serviço, se morrer no caminho, amanhã tem outro na vaga.Quando passa pelos dois na moto, percebe que é da sua quebrada, dá um toque no acelerador e sai da reta, sabe que os caras estão pra fazer uma fita.Enquanto isso, muitos em seus carros ouvem suas músicas, falam em seus celulares e pensam que estão vivos e num país legal.Ele anda devagar entre os carros, o garupa está atento, se a missão falhar, não terá homenagem póstuma, deixará uma família destroçada, porque a sua já é, e não terá uma multidão triste por sua morte. Será apenas mais um coitado com capacete velho e um 38 enferrujado jogado no chão, atrapalhando o trânsito.Teve infância, isso teve, tudo bem que sem nada demais, mas sua mãe o levava ao circo todos os anos, só parou depois que seu novo marido a proibiu de sair de casa. Ela começou a beber a mesma bebida que os programas de TV mostram nos seus comerciais, só que, neles, ninguém sofre por beber.Teve educação, a mesma que todos da sua comunidade tiveram, quase nada que sirva pro século 21. A professora passava um monte de coisa na lousa -mas, pra que estudar se, pela nova lei do governo, todo mundo é aprovado?Ainda menino, quando assistia às propagandas, entendia que ou você tem ou você não é nada, sabia que era melhor viver pouco como alguém do que morrer velho como ninguém.Leu em algum lugar que São Paulo está ficando indefensável, mas não sabia o que queriam dizer, defesa de quem? Parece assunto de guerra. Não acreditava em heróis, isso não!Nunca gostou do super-homem nem de nenhum desses caras americanos, preferia respeitar os malandros mais velhos que moravam no seu bairro, o exemplo é aquele ali e pronto.Tomava tapa na cara do seu padrasto, tomava tapa na cara dos policiais, mas nunca deu tapa na cara de nenhuma das suas vítimas. Ou matava logo ou saía fora.Era da seguinte opinião: nunca iria num programa de auditório se humilhar perante milhões de brasileiros, se equilibrando numa tábua pra ganhar o suficiente pra cobrir as dívidas, isso nunca faria, um homem de verdade não pode ser medido por isso.Ele ganhou logo cedo um kit pobreza, mas sempre pensou que, apesar de morar perto do lixo, não fazia parte dele, não era lixo.A hora estava se aproximando, tinha um braço ali vacilando. Se perguntava como alguém pode usar no braço algo que dá pra comprar várias casas na sua quebrada. Tantas pessoas que conheceu que trabalharam a vida inteira sendo babá de meninos mimados, fazendo a comida deles, cuidando da segurança e limpeza deles e, no final, ficaram velhas, morreram e nunca puderam fazer o mesmo por seus filhos!Estava decidido, iria vender o relógio e ficaria de boa talvez por alguns meses. O cara pra quem venderia poderia usar o relógio e se sentir como o apresentador feliz que sempre está cercado de mulheres seminuas em seu programa.Se o assalto não desse certo, talvez cadeira de rodas, prisão ou caixão, não teria como recorrer ao seguro nem teria segunda chance. O correria decidiu agir. Passou, parou, intimou, levou.No final das contas, todos saíram ganhando, o assaltado ficou com o que tinha de mais valioso, que é sua vida, e o correria ficou com o relógio.Não vejo motivo pra reclamação, afinal, num mundo indefensável, até que o rolo foi justo pra ambas as partes.
REGINALDO FERREIRA DA SILVA , 31, o Ferréz, escritor e rapper, é autor de “Capão Pecado”, romance sobre o cotidiano violento do bairro do Capão Redondo, na periferia de São Paulo, onde ele vive, e de “Ninguém é Inocente em São Paulo”, entre outras obras.
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Distorção
TEM GENTE muito ridícula nesse mundo, mas esse "Ferréz" consegue superar as expectativas.
Acho que se o cara trabalhar pra ganhar dinheiro, tem todo direito de aproveitá-lo, mesmo que sem fazer caridade à ninguém. E não é egoísmo, nem insensibilidade. Hoje as pessoas estão tentando impor o voluntarismo, o "ONGuismo" como uma obrigação, quando na verdade sempre pensei que caridade se faz por vontade própria, até como amenização dos sofrimentos do coração, seu e do coitado a quem se vai ajudar. Por compaixão!
Obrigação, sim, é de se respeitar o próximo, seja ele um cidadão comum ou um rico apresentador de TV, que tenta viver normalmente como se deveria.
Obrigação é de não subjugar outra pessoa com um cano de revólver na cara para lhe subtrair o que seja.
O pensamento de que Huck manteve seu bem mais precioso, sua vida, é de mesma linha daquele que diria para ficar feliz porque ao invés de morrer só ficou tetraplégico depois de um assalto.
Os valores se perdem, e tem gente que ainda dá espaço em mídia pra textos de uma mentalidade distorcidos como este de Ferréz.
CASEMAN, com mais de 30, é uma pessoa comum que ainda quer ganhar bastante dinheiro nessa vida, gastar como bem entender, sendo sempre honesto e respeitador. Se lhe vier a vontade de um dia fazer caridade (novamente), assim o fará, mas não por obrigação. E se um dia for assaltado com arma na cabeça (de novo!) ainda vai ficar indignado e fazer coro com Huck!
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quinta-feira, agosto 30, 2007
Sósia no bar.
quarta-feira, agosto 15, 2007
Tô indo embora!!!

Outro dia desses, meu amigo, Francis, irmão do Nicola (e de tantos outros, inclusive do Gabriel e do Cristiano, ahaha) me mandou uma mensagem no Orkut dizendo que tinha postado uma foto nossa no álbum dele.
Entrei lá, e achei a foto muito legal. Até porque nunca tinha visto a tal foto.
Bom, isso foi no Recanto dos Coswig, lá pelos idos de 1986/87... eu tinha uns 10 anos mais ou menos.
Acho que foi nessa mesma ida, que aconteceu uma história que sempre conto:
Eu, o Nicola e o Cristiano fomos tomar banho de arroio, era uma época de seca, então o nível da água estava mais baixo. O leito do arroio era cheio de pedras e formavam umas pequenas represas de vem em quando, fazendo umas piscininhas boas pra ficar curtindo um sol, a água, dar uma mijadinha no arroio... ahaha (brincadeira).
Bom, o fato é que ficamos num lugar onde a água represada só tinha um lugar pra escoar, e era entre duas pedras um pouco mais altas, formando tipo um "canionzinho" bem estreito (essa foi horrorosa), e a água que passava por ali pegava pressão e formava uma nova poça logo depois.
O Cristiano, que é mais velho, ficou sentado entre essas duas pedras, o que acabou represando ainda mais a água. Estávamos nós lá, bem tranqüilos. Eu, pelo menos, estava me achando um aventureiro, andando num rio cheio de pedras e com corredeiras (corredeirinhas, mas eu era pequeno também), estava curtindo aquele barulho forte de água corrente.
Depois de um certo tempo ali, murchando os dedos, o Cristiano falou alguma coisa que eu não entendi muito bem por causa do barulho. E pelo que vi o Nicola também não tinha ouvido direito.
Perguntamos: O quê?!
O Cristiano repetiu dessa vez mais alto:
- Eu tô indo embora!!!
Nós na hora respondemos em uníssono:
- Não!!! Vamos ficar mais um pouco!!!
Ele repetiu mais alto e um pouco mais rápido:
- Tô indo embora!!!!
Nós de novo:
-Pô, tá bom aqui!!! Vamos ficar mais!
Ele novamente, agora com um certo desespero na voz:
- TÔ INDO EMBORA!!!!!!!
Ele mal terminou de falar a frase.
A água que o Cristiano estava ajudando a represar se tornou mais forte que ele, e o derrubou para trás, numa cambalhota digna de panamericano!
Não tenho a menor idéia de como ele não bateu a cabeça contra uma das pedras, ou no fundo dessa piscininha que tinha logo depois, só vi duas pernas, com seus pés cheios de dedos, levantando formando um arco no ar! E ele se foi pedra abaixo.
Mas tudo começou por causa da foto, que podem ver aí acima.
Eu sou, obviamente, o moreno forte da direita. Os outros dois são o Francis (o menor) e o Nicola (o do meio).
Era muito boa essa nossa infância.
Essa foi mais pra não dizer que abandonei o blog...
segunda-feira, junho 11, 2007
From Out Of Nowhere
sábado, maio 05, 2007
Nova etapa!
quarta-feira, maio 02, 2007
Compras e bate-boca.

quarta-feira, março 28, 2007
E tudo se encaminha...
Onde? Como? Quando? Quem? Por quê? Será? Hein?
Pelo que parece as dúvidas nas apostas do ano passado estão começando a se resolver.
E o melhor é que tudo indica que foram boas apostas.
E os esforços estão cada vez mais perto de serem recompensados. Sem falar naquela minha velha amiga, a sorte!
Espero que termine a angústia da espera em breve, e aí então posso ser mais específico.
sexta-feira, março 23, 2007
Viajar...
Uns amigos nossos tiveram essa idéia muito boa, que é a de marcar num mapa todos os pontos que os dois visitaram.Eu e a Crazy Cris já combinamos entre nós, só acho que não dissemos pra eles ainda, que vamos plagiar a idéia.
Até agora também não compramos o mapa, mas ainda iremos fazê-lo.
Em breve, mais um pontinho no marcado no futuro mapa.
Iremos passar uns 6 dias na capital federal, conhecendo algumas das obras que são simplesmente a base de um semestre inteiro da faculdade (disse a Cris, eu não lembro bem).
No final de semana (feriado de Tiradentes, 21 de abril) estaremos lá.
terça-feira, março 06, 2007
Parece balé...
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
Isso deve doer.
Eu sempre olhava pra essas provas e ficava pensando: "um dia ainda acertam num desses caras"Pois é, não é que acertou?
Do que estou falando?
Provas de arremesso de dardo!
Sabe os fiscais que ficam lá na outra ponta esperando o dardo cair pra fazer a medição?
Eles mesmo.
Agora me diz: pra quê ficar na faixa de alcance daqueles "mísseis manuais"?
"Não creu neu? Se finou-se!"
Foto: tirei do Terra
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
A volta do que não fui.

Pois é, devido minha ruptura de ligamentos do tornozelo, não pude ir para o Uruguai com a Cris, fica pra uma próxima. Ao invés disso passei os dias em casa, com o pé engessado, de muletas, e para piorar as coisas ainda mais, hoje além de não poder fazer nada, ainda faltou luz a tarde inteira...
Por ora fica a foto ainda da estada em Torres, eu e a Cris.
PS: Quando tirar o gesso e as muletas vai ser carnaval, e aí terminou o verão. Depois vem a fisioterapia. Azarado, eu?
quarta-feira, dezembro 13, 2006
Com esse calorão, invejem!

Claro, que o título desse post não se refere à Taty e o Leopoldo que estiveram lá também... eheheh... temos que ficar ligados pra final de fevereiro!
Por sinal, como tiramos poucas fotos nossas!
Eis a que aparecemos todos juntos.

Pra variar, a Cris pegou um vermelhão na hora errada, sem protetor. O que me deixa mais tranquilo é que dessa vez ela não ficou mal como das outras vezes.
Que pousada boa, que fim-de-semana prolongado bom!
E que vontade de ter ficado mais...
sexta-feira, novembro 24, 2006
Coisas nunca vistas.
O monge de 35 anos, cujo nome foi mantido em sigilo, permitiu que uma equipe do hospital Haharaj lhe fizesse um curativo, mas recusou a reimplatação. "Limpamos a ferida, demos os pontos, mas ele recusou que lhe recolocássemos o pênis", disse Prawing, médico que tratou do homem."
sábado, novembro 11, 2006
segunda-feira, novembro 06, 2006
FESTA À FANTASIA

segunda-feira, outubro 30, 2006
domingo, outubro 22, 2006
A Quick One
Fica a dica.
sábado, outubro 07, 2006
Música?
terça-feira, outubro 03, 2006
É decepcionante.
segunda-feira, setembro 18, 2006
Voltando à série
Pois é... essa é a foto da mulher com os maiores seios NATURAIS do mundo.
Pelo menos acho que ninguém bateu este recorde, que já deve ter alguns anos.
Que cousa, não?
Não consegui mais detalhes e tô com pregui.



