quinta-feira, setembro 18, 2008

Ponto de vista


Olha aí, que legal...
Sei lá quem é o mané, ao lado d'água, mas o importante é:
O que vocês vêem na imagem (além da cachoeira e do mané)?

Aqui jaz a Língua Portuguesa do Brasil.


Fora de brincadeira, tava assistindo o horário político aqui no Rio, quando me deparei (fora toda a bobagem normal de horário político) com um candidato chamado Uóston (Prof. Uóston).
Fiquei impressionado como criam nomes estranhos nesse país (tipo os Waldisnei's da vida... derivados de "Walt Disney").
Mas, ok, já vi piores.
Foi quando um amigo meu (um japa paulista), comentou: Ridículo, né?
E eu disse: Claro!
E ele continuou: Será que é mesmo o que eu tô pensando?
Eu: O quê?
Ele: Lê o nome com o sotaque "carioquês"...
Eu: Uóxxxx... PUTA QUE PARIU!!!

É galera, WASHINGTON, aqui vira UÓSTON!
E eu que achava um horror o Uóchito do Libório... ahahaha
Mas aqui o pessoal fala: framengo, bicicreta, incrusive, broco, grobo, preigraund, pranta, prano, praca... naiscimento, creiscimento (é: naisci e creisci no Rio) - dizem que é pra pronunciar o "S" (???).
Rio tem dessas coisas.

Um abraço.

sábado, setembro 13, 2008

Veterano - Música gauchesca.


Meus amigos roqueiros que me perdoem, mas hoje vou só postar uma letra de música gauchesca que fala do envelhecer de um gaudério que não se entrega. É uma das minhas preferidas.
E hoje posto por saudade do pai. Esse é veterano, e um BAITA gaúcho. (Abraço, pai!)
As imagens são de pinturas que minha tia, Maria Alice Kappel Castilho, artista plástica e arquiteta, fez dele. Sim, meu pai é modelo... ahahah

Quem canta são Os Serrranos, a composição é de Antônio Augusto Ferreira e Ewerton Ferreira

Veterano
Está findando o meu tempo
A tarde encerra mais cedo
Meu mundo ficou pequeno
E eu sou menor do que penso
O bagual tá mais ligeiro
O braço fraqueja às vezes
Demoro mais do quero
Mas alço a perna sem medo
Encilho o cavalo manso
Mas boto o laço nos tentos
Se a força falta no braço
Na coragem me sustento

Se lembro os tempos de quebra
A vida volta pra trás
Sou bagual que não se entrega
Assim no más

Nas manhãs de primavera

Quando vou parar rodeio
Sou menino de alma leve
Voando sobre os pelegos
Cavalo do meu potreiro
Mete a cabeça no freio
Encilho no parapeito
Mas não ato nem maneio
Se desencilho, o pelego
Cai no banco onde me sento
Água quente e erva buena
Para matear em silêncio
Se lembro os tempos de quebra
A vida volta pra trás
Sou bagual que não se entrega
Assim no más

Neste fogo onde me aquento
Remôo as coisas que penso
Repasso o que tenho feito
Para ver o que mereço
Quando chegar meu inverno
Que me vem branqueando o cerro
Vai me encontrar venta aberta
De coração estreleiro
Mui carregado de sonhos
Que habitam o meu peito
E que irão morar comigo
No meu novo paradeiro
Se lembro os tempos de quebra
A vida volta pra trás
Sou bagual que não se entrega
Assim no más

quinta-feira, agosto 14, 2008

Pré-sal e burrices

Lula discursando sobre a política do petróleo, disse que o país tinha que "parar de fazer burrice"...
...ah, senhor Presidente, só quando o senhor deixar o governo!

segunda-feira, julho 28, 2008

Perdeu, perdeu! É um assalto!

Fui assaltado de novo ontem, por 4 guris de merda (um não passava de 1,60m de altura), que estavam armados. Levaram meu celular, isso é o de menos, pois o celular era uma bosta e eu tava a fim de comprar outro, mas nunca se sabe o que pode acontecer na próxima vez, o que é muito provável que aconteça.
Mas o fato é que eu tô de saco cheio de ser assaltado!
No último mês já tinha sido assaltado no Guarujá, em SP. Ontem fui assaltado no Rio de Janeiro, em plena zona sul. Já fui assaltado em Porto Alegre e várias vezes em Pelotas.
Já fui assaltado, furtado ou roubado, umas 10 vezes desde meus 13 anos.
Essa é 6 vez que me apontam uma arma, sensação nada agradável como podem imaginar (ou como a maioria já sabe).
Alguns podem rir, achando que eu devo ter cara de otário para ser assaltado tantas vezes. Espero que estes não fiquem espantados quando a vez deles chegar e nem se sintam tão otários assim. Outros podem dizer que eu "dei mole", mas eu não vou desistir de por os pés na rua quando necessário. Não vou viver totalmente preso porque bandidos estão soltos.
Espero que um dia possamos sair pelas ruas, a pé ou de carro, seguros de que voltaremos. E pra isso acredito de verdade que os presídios deviam deixar de ser colônias de férias ou escolas pra bandido e tornarem-se realmente um local de cumprimento de pena, com os presos sem mordomias, sem conforto, sem visitas íntimas(!), trabalhando para a população, seja limpando ruas, plantando hortas, fazendo qualquer serviço que os ensinasse o valor do trabalho e do dinheiro para quem trabalha para conquistá-lo. Esse trabalho devia ser pra pagar sua comida, seus remédios, seus colchões (os pra repor os queimados) e não nós pagarmos por tudo isso com nossos impostos (que não são poucos).

Tô, sim, puto da cara! E tenho certeza que com razão!

sábado, julho 19, 2008

Arquivo Mestre Jonas

Esse é um clip promocional que a RBS produziu lá por volta de 1998 para inserção na agenda da semana do Jornal do Almoço local.
A formação era Milson Lopez no baixo, Luke Faro na bateria, Paulo Rick na guitarra e eu, Leo Castilho no vocal.
Faz tanto tempo que não posto vídeos do YouTube aqui no blog que nem lembro mais como se faz. Então vou colocar só o link.
http://www.youtube.com/watch?v=IeDkWZO7dtw
Bateu saudade dessa época.
Ensaios, shows, entrevistas em rádios, cervejas, "turnês" ahahah...
Foi legal pacas.

terça-feira, julho 01, 2008

Problema!


É um problema ver anoitecer assim da janela do apê,





Também é um problema ver amanhecer...

Foto em 3D?


Minha foto psicodélica em 3d no aquário do Zôo do Rio.
Parece que mexi na foto? Photoshop?
Não mexi. Foi assim mesmo.
Uma pena o enquadramento não ter ficado perfeito, mas acho que deu mais "dramaticidade".
Ahahah
Tô inspirado hoje...

sexta-feira, junho 20, 2008

Música e sexo por Kledir Ramil

Música é que nem sexo. Dá pra fazer sozinho, mas se tiver parceria é muito melhor. A vantagem da música é que pode ser praticada em público, sem que ninguém ache isso esquisito.

Tanto uma coisa como a outra envolvem paixão e sensibilidade. Para se conseguir uma boa performance é preciso habilidade manual e emoção à flor da pele. Durante a atuação, dependendo do estilo, é possível que os corpos comecem a sacudir descontroladamente e ao final é comum que se escutem gritos e elogios.

O objetivo imediato das duas atividades é o mesmo: o prazer, o deleite, o entretenimento. A música é uma arte efêmera, precisa ser gravada para que as pessoas lembrem dela em sua plenitude. O sexo também é uma arte fugaz e fica registrado apenas na nossa memória afetiva, já que não inventaram um CD pra isso.

A prática sexual pode levar as pessoas ao paraíso. Através da música é mais difícil chegar lá, mesmo que o arranjo use glissandos de harpa e badalar de sinos. O sexo também costuma dar frutos a médio prazo. Uma espécie de corrente sem fim, com gente saindo de dentro de gente.

A música pode ser praticada sem camisinha, mas em certos ambientes é recomendável o uso de casaca. O sexo, ao contrário, fica melhor se você estiver despido.

Para quem quer estudar, existem cursos nos quais se ensina harmonia, solfejo, regras e estruturas musicais. Já o sexo, não tem partitura. Você tem que improvisar. Não há escola. A única forma de aprender é com professor particular.

A música já entrou na era digital, circula pela rede em formato mp3. No caso do sexo, ainda estamos aguardando uma forma efetiva de compartilhamento online, que não fique só no voyeurismo. As novas telas com sensibilidade ao toque são um primeiro passo.

É possível praticar sexo escutando música, mas é difícil fazer música com alguém falando gracinhas no seu ouvido.Para apresentar canções, além da boca, você vai precisar de alguns instrumentos. Para fazer amor, depende das suas preferências.

Em geral, quem trabalha com música recebe pagamento por direitos autorais. Quem é profissional do sexo, também. A diferença é que não há burocracia. Parafraseando Luis Fernando Verissimo: o sexo, graças a Deus, não é organizado pelo Ecad.

Kledir Ramil, publicado em Zero Hora, 09 de junho de 2008, N° 15627 apud http://durango-95.blogspot.com/ em 20/06/2008 às 21:16

domingo, junho 08, 2008

Saudosismo.


SIM! O gordão, John Poper, do Blues Traveler está magro!!!
Que coisa estranha...
Estava navegando pelo YouTube, ouvindo músicas de bandas que me marcaram uma longa e boa parte da vida e lembrei do quanto foi bom, até nas coisas que deram errado.
Em homenagem a tudo isso vai a música de quando ele ainda era gordão:


I pick up my smile put it in my pocket
Hold it for a while try not to have to drop it
Men are not to cry so how am I to stop it
Keep it all inside dont show how much she rocked you

Ooh can you feel the same
Ooh you gotta love the pain
Ooh it looks like rain again
Ooh I feel it comin in
The mountains win again
The mountains win again

Dreams we dreamed at night were never meant to come to life
I cant understand the ease she pulled away her hand
This time in my life I was hurt enough to care
I guess from now on Ill be careful what I share

Ooh can you feel the same
Ooh you gotta love the pain
Ooh it looks like rain again
Ooh I feel it comin in
The mountains win again
The mountains win again

A pocket is no place for a smile anyway
Someday I will find love again will blow my mind
Maybe it will be that love that got away from me
Is there a line to write that could make you cry tonight
Can you feel the same
Yeah ya gotta love the pain
Ooh it looks like rain again
Ooh feel it comin in
The mountains win again
Ooh the mountains win again

Música bonita demais!

sábado, março 29, 2008

Doidivanas - Nosotros

Doidivanas - Nosotros

Hoje dedico esse post aos amigos da banda Doidivanas que estão lançando seu novo álbum, NOSOTROS (a capa acima).
Eu vi que o preço estava R$17,00 no site da USA discos.
E acho que vale até mais que isso, mas o que vale mesmo é sempre incetivar as coisas da nossa terra. Eu, por exemplo, quando quis o primeiro CD d'Os Doidivanas, o LiberPampa, pedi pro Osório me conseguir um, pois não existia mais para vender. Como eles também não tinham mais nenhuma cópia prensada desse disco, pedi que me gravasse em um CD virgem, e paguei por ele, como se fosse o disco em loja, diretamente ao Osório. Acho que essas atitudes mínimas são as que realmente ajudam os músicos (não estou me auto-promovendo, só dando uma idéia).
Ainda acessando o Youtube, procurando por Doidivanas encontrei dois clipes muito bem feitos e divertidos de assistir, das músicas "300 Noites" e "Bah".
Na cena da cerveja no Café Aquário, me bateu uma saudade da época em que cantei com eles (o nome da banda era outro pra não misturar as coisas), os ensaios, as Norteñas, as conversas, tudo mais... só não deu saudade dos disparos gastrointestinais de alguém (melhor não citar nomes) depois dessas cervejas! ahah
Parabéns a todos, inclusive equipes de produção (os por trás dos microfones e câmeras, ou seria pela frente deles?) que sei que uma coisa desse tipo não se faz sozinho.
Enfim, repasso a notícia como recebi.
Abraço a todos e sorte e sucesso aos Doidivanas!
PS: Reservem uma cópia pra mim! Falo sério.

"hola, pueblo!
o quarto álbum da banda Doidivanas, "NOSOTROS", já está disponível.
também à venda nas lojas Multisom, rede BIG e Livraria Cultura.
em breve, novo site!+ DOIDIVANAS na internet.
MúsicaGaúcha.com: www.musicagaucha.com/ .
Música de Mundo www.musicademundo.com.br/ .
Portal do Rock Gaúcho: www.rockgaucho.com.br/ .
BAITA abraço!

terça-feira, março 25, 2008

Ô, vidinha mais ou menos!!!

Sexta-feira passada fizemos um passeio que vínhamos comentando faz tempo. Eu, Cris, Letícia, Marcelo e Alice fomos conhecer as belezas de Angra dos Reis fazendo um passeio de escuna pelas ilhas de lá.
A previsão do tempo não estava muito favorável para o fim de semana, mas a sexta ainda tinha um pouco de sol de acordo com eles.
Para nossa sorte e azar dos meteorologistas, fez um sol maravilhoso, não tinha vento, a água estava morninha, num tom azul-esverdeado perfeito e completamente transparente!
Acordamos cedo, lá pelas cinco da manhã e saímos passando um pouco das seis horas.
Paramos numa praia antes pra comer um pouco e bater umas fotos.
Pra mim ali já tava mais que bom! Mal sabia eu o que nos esperava.
Chegamos lá por volta das dez horas, pagamos pela escuna e fomos esperar no píer turístico.
O píer foi construído há pouco tempo, e é bem arrumadinho, considerando o resto todo (Angra dos Reis é bonita só nas ilhas, a cidade em si é quase um favelão e zona portuária).
Eis o píer: Eis a foto da Estação Santa Luzia: Saímos na escuna Copacabana, tudo ia bem, até zarparmos e ligarem o som... axé, funk, funk e axé, e pra completar uns “bregas” de vez em quando... mas tudo bem, a gente deu risada de tudo!Estávamos prontos para fazer três paradas, primeiro em uma ilhota com uma área reservada para banhistas, que já foi demais.
Nessa praia infelizmente não batemos fotos, pois quisemos pular direto na água e aproveitar o pouco tempo que teríamos para curtir ali.
Mas mergulhamos e nadamos por uns 40 minutos, onde tinha pedras no fundo e os peixes se abrigavam em suas fendas. Numa dessas pedras acabei me cortando, pois eu estava sem pé-de-pato e bati com o dedo mínimo do pé numas cracas que estavam presas à pedra. A Cris também se arranhou quando tentou passar por baixo da maromba que unia as bóias que limitam a área de banhistas. Mas foi pouca coisa. Na volta, tentei levantar a tal corda com a mão pra Cris não se machucar de novo e aí acabei eu cordando o dedo da mão. É impressionante como são afiadas essas conchas e cracas... eu sei, as unhas estavam gigantescas, mas eu já cortei!!! Mas ainda lá vimos baiacus (mostrei pra Cris, mas ele não inchou como costumam fazer quando assustados), peixes sargento (com suas listas amarelas e pretas) e vários outros que nem sei o nome, peixes grandes, pequenos, cardumes de filhotes que mal se enxerga, do tamanho de girinos bem pequenos, pretos, brancos, cinza, azulados, esverdeados, pintados, lisos, bicudos, mas não vimos estrelas-do-mar, nem polvos, nem cavalos-marinhos, pelo menos não desta vez.
Bom, seguimos no passeio, de novo na escuna, chamada Copacabana, que nos levava para o lugar que eu tinha a maior vontade de conhecer, pois já tinha visto fotos na internet, óbvio. A tal "Lagoa Azul"!
Quando chegamos perto, eu já mal acreditava no que eu tava vendo. O lugar é mesmo tudo o que parece ser nas fotos e até mais! A água, mesmo nos lugares mais profundos (uns 8 metros de profundidade) é tão transparente que se vê cada grão de areia do fundo!
Lá fomos nós nos atirando para a água. Então o Marcelo que está mais acostumado a mergulhar por aqui me falou: "Olha embaixo do barco, pois os peixes sempre vem pra baixo quando um barco encosta".
Olhei e vi! Era muito peixe, mordiscando as algas e sei lá o que mais que se acumula no casco da escuna...
Pedimos então para um senhor, que tinha ficado no barco, jogar migalhas de bolacha na água para fazer os peixes se agruparem... pra quê?! Quase não se via mais água! Era só peixe!
Eu mergulhava e nadava no meio deles e eles se batiam nos meus braços e pernas! Foi impressionante!
Depois saímos de perto da escuna para ver outras "paisagens". Conforme fomos nos aproximando dessa área mais protegida pela formação do conjunto de ilhas que forma a tal Lagoa Azul, fomos vendo mais tipos de peixes. Vimos um peixe com as nadadeiras gigantes, praticamente do tamanho do peixe (que tinha uns 30 centímetros) e o mais legal é que ele usa parte dessas nadadeiras (algo tipo um dedo polegar de uma mão) para remexer as algas à procura de comida!!! É muito estranho e muito legal também. Vimos ouriços do mar e vários tipos de corais, peixes-borboleta, etc.
Mergulhamos sem cansar até ouvir a buzina da escuna anunciando a partida, e estávamos longe, bem longe mesmo. Então tivemos que nadar rápido de volta para não ficarmos para trás!
Quando subi no barco, o Marcelo já estava lá, e pegamos a câmera e começamos a bater umas fotos esperando as gurias que vinham mais atrás. Foi legal demais!!!
Olhem as fotos batidas de cima da escuna!!! Com o baguete azul é a Cris, com o laranja, a Letícia e com o amarelo, a Alice.
Depois que todos estavam a bordo, partimos em direção ao último pit-stop, uma praia onde iríamos almoçar nos restaurantes da Ilha Grande. Mas como era feriado e tinha muita gente, em várias escunas, lanchas, traineiras, iates, etc. fazendo o mesmo programa, o restaurante passou o rádio avisando que ia atrasar o almoço. Então fomos a mais um lugar na Ilha Grande enquanto esperávamos o sinal do restaurante. Fomos à Freguesia de Santana, onde existe uma antiga igreja que na foto só aparece a cúpula da torre (em branco).
Ficamos pouco tempo lá, mas mesmo assim, num mergulho rápido encontrei um baiacu que se inchou todo e ficou com aquele aspecto ridículo de um peixe extremamente gordo, espinhento e com as nadadeiras minúsculas em relação ao corpo batendo em vão. Nesse estado o bicho praticamente não se mexe, então o Marcelo pegou o peixe com a mão e o tirou pra cima da superfície d'água para mostras às gurias que estavam num pedacinho de areia entre as rochas, por onde entramos n'água.
Aí não tiramos foto do bicho, mas é muito engraçado.
Logo depois disso o Copacabana buzinou nos chamando de volta para irmos almoçar.
O Copacabana:
Lá fomos nós correndo, e mesmo assim fomos os últimos a embarcar de novo!
Chegamos na praia onde iríamos almoçar e sentamos no Mandala (o restaurante que havia pego nossos pedidos feitos ainda a bordo da escuna).
Logo veio a comida, um peixe com molho de camarão. O peixe deixou bastante a desejar, praticamente não tinha camarão e a porção nem era tão grande assim. Sei lá, de repente a gente é que estava faminto por causa do dia todo mergulhando e por isso não foi suficiente para ficarmos fartos, mas por outro lado a fome nos fez comer o peixe “nem tão bom assim” como se fosse a melhor coisa do mundo. Vários pardais acompanharam nosso almoço, pegando migalhas da areia.
Onde estão os passarinhos? Só nessa foto aparecem seis, fora os que estavam pelo chão, pela árvore e na própria cerca, mais à esquerda e não apareceram.
Saindo do restaurante para voltarmos para Angra, a Alice decidiu ir ao banheiro, mas tinha fila e ela esperou, bem em frente ao banheiro masculino, onde ela ficou parada e nós de longe olhávamos enquanto ela fazia umas caretas meio estranhas. Depois é que fiquei sabendo que ela fazia caretas por causa da visão que estava tendo de um senhor que estava na pia escovando em sua mão a dentadura rosa dele! Ahaha
Eis a Alice pensativa, antes do almoço.
Depois comemos picolés sentados na praia, à sombra de uma árvore, enquanto esperávamos a buzina do Copacabana.
Bom, o resto foi só a volta, na escuna, o Marcelo dormindo e um por do sol de babar (pena que ao som da mesma trilha sonora horrorosa que o cara da escuna insistia em botar!).
Chegamos em casa passando meia-noite, mas não vejo a hora de fazer tudo de novo.

domingo, março 23, 2008

O óbvio

Na vinda da Clá e do Zeca no final do ano passado, fomos ao Cristo finalmente.
Estava um sol de rachar, tinha fila pra tudo, a subida é cara que só ela, demorou horrores, mas a vista é muito bonita e vale a pena conhecer, nem que seja uma única vez.
Todo mundo que chega lá tira as mesmas fotos, nas mesmas poses, mas é isso aí. Pelo menos não batemos a famosa foto de braços abertos imitando a estátua.

Mergulho


Como comentei no outro post, no final do ano passado fiz tipo um batismo de mergulho, na Praia Vermelha (logo abaixo do Pão-de-Açúcar) com o Marcelo.
Apesar de aquele dia a água não estar tão clara assim, pudemos ver muitos peixes e o Marcelo até pescou um, que depois ele entregou a um pescador na praia.
Essa foto foi quando saímos da água depois de 3 horas de mergulho.
Muito bom!

quarta-feira, março 19, 2008

Autoridade e autoritarismo

Tem tanta gente sendo presa (teoricamente) e liberta (na prática) que hoje, quando ouvi uma frase ela me fez total sentido.

"Por o Brasil ter vivido durante tanto tempo sob o autoritarismo, teme-se praticar a autoridade para não se ser confundido com autoritário."

Todo e qualquer tipo de desrespeito a qualquer tipo de regra de conduta é nitidamente deixado impune, então donos de bancos fraudadores, estupradores, corruptos, assassinos, mensalistas, ladrões de galinha, pichadores, batedores de carteira, falsários, pedófilos, etc. saem pelas ruas como se nunca tivessem feito nada, pois ninguém lhes conferem as devidas penas.
E penas são são castigos, e qualquer mãe de primeira viagem sabe que não se pode abrir exceção no meio do castigo para que o filho vá jogar futebol, videogame ou assistir àquele desenho predileto, senão o castigo perde o sentido.
E tudo isso por um medo idiota de que se confunda autoridade (que DEVE ser aplicada) e autoritarismo (que DEVE ser evitado). Sem regras não somos sociedade, somos um "bando"
Mas isso foi só mais um desabafo... nada vai mudar e vamos continuar vendo todos saindo no indulto de Natal!

sexta-feira, março 14, 2008

Quanto tempo!!!!

Acho que ninguém mais olha essa coisa...
Também, nem eu mesmo tenho tempo pra me dedicar a escrever alguma coisa.
Mas hoje, sexta-feira, chovendo, depois de tomar um chopp e comer uma pizza, resolvi contar algumas novidades, mostrar algumas coisas também. Quem sabe, assim alguém volta a comentar aqui.
Bom, temos feito alguns programas legais aqui, principalmente quando o pessoal vem nos visitar.
Fomos algumas vezes ao Jardim Botânico, vimos várias coisas muito legais lá, inclusive macacos comendo na nossa mão, como mostra a foto que tirei da Cris alimentando os bichos (percebam que demos os brotos que os próprios macacos estavam pegando para comer), sagüis também apareceram por lá, assim como esquilos, uns lagartos pequenos que até são simpáticos.
Fomos ao Cristo, e como todo turista (apesar de não sermos mais) batemos muitas fotos de coisa nenhuma e muitas de outras poucas coisas. (próximo post)
Fomos ao Pão de Açúcar, mas infelizmente estava um dia nublado e ainda choveu no fim da visita. Mesmo assim é uma vista bonita demais.
Abaixo do Pão de Açúcar tem a Praia Vermelha, onde fui mergulhar com um amigo. Foi muito bom, mas tô precisando mesmo parar de fumar, ehehe. Acho até que vou começar a comprar os equipamentos pra podermos fazer isso mais seguido. (foto em breve)
E contornando o Pão de Açúcar, por baixo do morro tem a Trilha do Bem-Te-Vi, uma trilha pequena, praticamente horizontal, onde vemos sagüis, beija-flores, lagartinhos, pássaros de tudo que é tipo, uma vista linda do mar da Praia Vermelha e é onde as pessoas vão fazer rapell, escalada e pescar. Eis uma das fotos dos Sagüis:
Fomos ao Zoológico, que já se tornou um passeio típico meu e da Cris, nas cidades onde vamos. Digamos que é uma macacada só... além de onças, tigres, leões, camelos, dromedário, girafa, lhama, avestruz, elefante, hipopótamo, leão marinho, peixes, pássaros de tudo que é cor, tipo, raça, espécie, marca... principalmente araras, periquitos e cocotas! ahahah Tem até pingüim! No ar condicinado, claro... Mas o zôo merece um post só pra ele depois, com várias fotos.
Fomos diversas vezes a Ipanema, Leblon, Arpoador, Lagoa (que na verdade é nosso quintal!). Passamos o Reveillón em Copacabana, com uma galera de Pelotas. foi divertido até termos a maldita idéia de irmos a Ipanema pra terminar a noite cansados, caminhando e sem mais nada pra fazer. Ok, vários posts com várias fotos virão.
Fomos algumas vezes na Barra, pra ir a praia, a shows (Chris Cornell inclusive, e o próximo vai ser Ozzy Osbourne!) , a teatro (Joseph Klimber!) e até a trabalho (né, Cris?).
Fomos pela Estrada das Canoas e vimos um ângulo muito bonito da Pedra da Gávea, um pessoal fazendo rapell de uma pista elevada. Como mostra a foto:
Algumas vezes fomos à Lapa também, uma zona de patrimônio histórico, cheia de botecos e onde dá de TUDO! De baile funk à bossa nova, de show de rock à gafieira. (Mais fotos pra novos posts).
E pra terminar um passeio que eu achei muito bom, foi quando fomos ao parque da Floresta da Tijuca, e fizemos uma "semi-trilha". Semi porque não chegamos a lugar nenhum e tivemos que voltar pois iamos acabar presos no parque por causa do horário de funcionamento. Mas voltaremos lá com certeza, pra conhecer a tão esperada "Cachoeira das Almas" (que não é a da foto).
Bom... quando ficarem mais curiosos, nos perguntem, estaremos prontos pra responder.
Abraços a todos, e que saudade dos amigos...